Olá, tudo bem? Seja bem-vindo (a)!

Como já citei, me chamo Vagner, e (também) sou ator. Sim, entre tantas coisas que já fiz (e até hoje faço), legalmente falando hoje eu sou ator e posso me apresentar como tal (DRT: 51.160/SP). Se você gosta de teatro, cinema ou de artes no geral, aí está a primeira coisa que temos em comum, Será que tem mais (risos)? Até o final a gente descobre.

Minha relação com as artes, em especial as artes de palco é um pouco longa e até pouco tempo atrás era cheia de idas e vindas, tive o primeiro contato com o teatro durante a minha adolescência quando ainda morava na minha cidade natal, Cícero Dantas (bem interior da Bahia, sabe?). Em 2004, por volta dos 15 anos eu comecei a participar de algumas peças de teatro no colégio por meio da disciplina de educação artística, nessa mesma época eu também participava de grupos de jovens da Pastoral da Juventude da Igreja Católica, e foi na Igreja, em datas específicas como Páscoa, Natal e Festas juninas que eu também comecei a participar de apresentações do tipo. Por alguma razão eu simplesmente AMAVA fazer aquilo, não sei explicar, só sei que queria muito participar de cada atividade que tivesse teatro envolvido, foi quando encontrei o primeiro obstáculo. Minha cidade é bem carente no que diz respeito a equipamentos culturais e formação na área, pois como a imensa maioria das cidades do nosso país, infelizmente não possui teatro, não possui cinema e tampouco cursos de formação na área, foi quando tive a certeza que assim que terminasse o Ensino Médio teria que buscar essa possibilidade em um outro lugar, e por falar em Ensino Médio, no ano de conclusão, em 2006, a minha turma ousou fazer algo que fizesse com que a gente ficasse marcado na história do nosso colégio, como já tínhamos feito algumas peças dessa vez tivemos a ideia de fazer um filme, mesmo não entendo nada de roteiro, edição e muito menos de produção, lá fomos nós colocar isso em prática. E dessa experiência eu tiro um aprendizado que trago até hoje e levarei pra toda a minha vida.

Comece com o que você tem, não importa os recursos à sua disposição, simplesmente comece.

Por que eu digo isso? Pensa comigo, éramos um grupo de adolescentes do interior do agreste baiano, que nunca tinha tido uma aula de atuação, nenhuma aula de roteiro, edição, nada, em uma época que a internet ainda não era algo popular como hoje e a maioria de nós (inclusive eu) se quer nunca tinha ido a uma sala de cinema assistir a um filme (fui ao cinema pela primeira vez com 19 anos, dois anos depois desse ocorrido), e mesmo assim, sem nunca ter ido ao cinema, a gente simplesmente resolve fazer um filme? O que nós tínhamos na época era simplesmente a nossa vontade de fazer algo que ficasse registrado na história do colégio, visto que não iríamos ter festa de formatura, aquela não foi uma tarefa designada pelos nossos professores, foi algo que partiu da nossa iniciativa, a iniciativa dos alunos, tínhamos um colega que tinha uma câmera, e que teve a ideia do roteiro, um filho de uma de nossas professoras trabalhava com mídia e publicidade na cidade e o convidamos para fazer a edição, e assim, levamos a ideia adiante. O filme aconteceu, com uma qualidade técnica dentro das nossas limitações, é claro. Mas devo admitir que ver aquele resultado acontecer, me ver na tela ao assistir o resultado do nosso trabalho foi o suficiente para eu ter a certeza que era aquilo que eu queria para a minha vida. Pensar que hoje em dia com qualquer celular disponível que possui uma câmera se consegue fazer coisas desse tipo parece uma realidade tão tão distante do que era naquela época… Aliás, celular pra gente naquela época também era algo beeeeeemmmm distante.

O início da minha jornada!

Dois anos depois de concluir o ensino médio eis que aquele desejo de buscar novos horizontes e explorar novas possibilidades começava a se concretizar. O ano era 2008 e o meu destino era a cidade de Santos/SP, onde eu vivi até o ano de 2017. Nesse período de quase nove anos vivendo em uma nova cidade eu me permiti viver várias experiências que foram importantíssimas para a minha formação pessoal e humana. Uma dessas experiências claro, foi buscar estudar teatro. Em 2010 conheci a Associação Projeto TAMTAM, projeto maravilhoso de trabalho de saúde mental e que busca promover a inclusão social por meio da arte, gostei tanto do projeto que logo quis me envolver, tanto que no ano seguinte, em 2011 eu cheguei a participar das aulas de teatro experimental e de algumas de suas oficinas, onde além de palestras nos era exibido vários vídeos, e um dos temas sempre abordado claro, era sobre o trabalho de artista, especialmente a profissão de ator, um desses vídeos me marcou muito (e eu conto sobre ele mais pra frente). Foi no Projeto TAMTAM que tive as primeiras aulas de teatro, e infelizmente precisei interromper por não conseguir conciliar com o meu emprego da época, e foi aí que percebi que a vida na cidade grande também tem seus obstáculos, bem diferentes da cidade pequena, mas tem, eu não estava conseguindo conciliar meu trabalho, que me garantia pagar as contas com aquilo que eu mais queria fazer. A partir daí vivi um período de hiato e fui buscar outras experiências, uma delas foi a graduação em Gestão Empresarial pela Fatec-BS, além de outros cursos profissionalizantes e trabalhos voluntários que não tivessem relação direta com as artes, mas que de uma certa forma pudessem agregar, e claro, que pudesse conciliar com os horários de minhas atividades remuneradas.

A propósito, vou contar um pouco do que já fiz até aqui…

Durante toda a minha vida eu sempre trabalhei em atividades relacionadas ao comércio e ao contato direto com o público. Meu primeiro emprego foi com 16 anos em um laboratório fotográfico ainda em minha cidade, onde além de serviços de revelação de fotos, vendíamos desde porta-retratos até câmeras fotográficas. Durante o tempo que vivi em Santos trabalhei um bom período no setor de bar e restaurante e um outro bom período em um shopping da cidade (sempre trabalhos que tomavam os meus finais de semana), além de estágio e testes em empresas também do setor de comércio e na área de vendas. Todos os cursos profissionalizantes que fiz até aqui na área de informática (desde os tempos que morava em minha cidade) sempre tiveram relação direta com publicidade e comunicação visual, já fiz curso de criação de sites, design gráfico, edição de vídeo, manipulação de imagens, etc., e durante a graduação em Gestão Empresarial, onde estudamos as quatro áreas da gestão de negócios (Finanças, Operações, Recursos Humanos e Marketing), a que eu mais me identifiquei sempre foi a área de marketing, e isso não foi por acaso. Eu demorei um pouco para perceber o quanto todas as minhas experiências (desde o meu primeiro emprego) estavam conectadas, e que todas elas possuem relação direta com o setor da comunicação, seja lá qual for a área da comunicação, que por sinal é bem vasta. A essa altura eu já tinha terminado a graduação em Gestão Empresarial, e meu trabalho de conclusão de curso é claro, teve relação direta com as disciplinas de marketing, especificamente falando, o tema que escolhi foi redes sociais, que na época (2014) já não era mais algo utilizado apenas por usuários comuns para passar tempo e manter contato com outras pessoas, as redes sociais já eram utilizadas por empresas e corporações para fins comerciais, inclusive por artistas para manter uma relação direta com seu público, e foi nesses dois nichos que foquei minha pesquisa. Na época eu já começava a desenvolver a ideia de ter um site que falasse sobre arte, mas até então a ideia apenas germinava na minha cabeça, e eu sentia que precisava agregar novas experiências que me deixassem mais preparado. Tanto que após terminar a graduação me bateu uma nostalgia das atividades relacionadas ao teatro, o quanto que eu queria voltar, e eu tinha por mim de que se eu fosse voltar seria de vez, seria pra ficar, mesmo eu não estando presente há um tempo nos palcos, aquilo sempre esteve dentro de mim. Ainda em 2014, poucos meses após terminar a graduação eu participo de um videoclipe, era o meu segundo trabalho no audiovisual, que por sua vez, tinha como cenário um pouco do Centro Histórico de Santos. Ali eu pensei “seria a hora de voltar a fazer teatro?“, foi quando me veio na lembrança um dos vídeos que eu tinha assistido na época que participava das oficinas do Projeto TAMTAM, era uma entrevista da Fernanda Montenegro para a jornalista Bianca Ramoneda, na ocasião, para o programa Starte, da Globo News. Essa entrevista, em especial a fala da Fernanda eu particularmente considero primorosa, quando ela fala que a pessoa que tem o desejo de ser ator/atriz precisa passar por um distanciamento para compreender se realmente deve persistir com o objetivo, e a entrevista se torna ainda mais especial quando ela fala da necessidade de desmitificar a profissão de ator acerca da glamourização que a televisão faz com a profissão.

Novos desafios, novas possibilidades

Sim, após participar do videoclipe eu já havia decidido que queria voltar a fazer teatro, me dedicar a atuação pra valer. O meu dilema naquele momento era como e onde, apesar de está vivendo em Santos há um tempo e lá ter gravado o clipe, participado de alguns eventos e festivais onde pude conhecer gente do meio, eu sentia falta de uma formação que me profissionalizasse, sem contar que apesar de não está nem um pouco satisfeito com o rumo que a minha vida estava levando. Com isso eu precisava de algo que fosse desafiador, que me colocasse a prova mesmo, foi aí que me decidi que meu próximo destino seria a cidade de São Paulo. E antes que você me pergunte por que ao sair da minha cidade eu escolhi morar em Santos, na época eu tinha um irmão que morava na cidade, que além de me acolher em sua casa e me permitir ter morado com ele durante o tempo que permaneci por lá, foi por meio dele que consegui meu primeiro emprego na cidade. Faço questão de ressaltar o quão sou muito grato a tudo o que vivi na cidade de Santos, onde tenho ótimas lembranças, vivi grandes momentos e fiz grandes amigos, em resumo, eu diria que Santos/SP foi importantíssima na construção do meu caminhar, mas naquele momento eu precisava de uma chacoalhada geral em minha vida, e eu já havia decidido que a capital paulista seria meu próximo destino. Passei os anos de 2015 e 2016 me planejando para isso, até que em 2017, morar em São Paulo se tornou uma realidade, e mais impressionante do que essa mudança foi a forma como isso se deu. Tanto em 2015 como em 2016 eu cheguei a enviar vários currículos para diversas empresas em São Paulo, cheguei até a ir fazer algumas entrevistas, mas sem sucesso. Logo pensei, “já que não tá dando certo me mudar por meio de trabalho, vou tentar por outra via, a dos estudos“, e eis que em 2017 eu faço a prova de vestibular para o curso técnico em teatro da Etec de Artes e sou aprovado na primeira chamada, pra ficar melhor do que isso, o shopping que até então eu trabalhava em Santos estava passando por uma reestruturação no quadro de funcionários, e eu claro, não pensei duas vezes em falar para o meu chefe que queria ser incluído na lista de corte, naquele momento eu só conseguia pensar que se eu quisesse mesmo me dedicar aos estudos do teatro e das artes aquela era a hora, como dizem, literalmente era “agora ou nunca“. Era o sonho daquele adolescente lá no ano de 2006 no interior da Bahia começando a se concretizar 11 anos depois. Foi o Curso Técnico de Teatro da Etec de Artes que além de me garantir tirar o meu registro de DRT me deu toda a base e a consciência artística que eu tenho hoje. Para que eu pudesse a partir dali seguir em frente.

Essa história ainda não acabou…

No início de 2018 eu consigo trabalhar em um dos cinemas de rua mais tradicionais de São Paulo, depois de alguns meses eu voltava a trabalhar no comércio só que dessa vez com algo que tinha relação direta com o que eu queria, e confesso, de todos os empregos CLT que eu já tive, apesar de ter ficado bem menos tempo que os outros, esse foi sem dúvidas o que eu mais gostei, até que novamente a vida me coloca diante de mais um impasse. Já no fim de 2018, perto de concluir o curso técnico, vivendo há um ano em São Paulo e já me sentindo inteiramente adaptado a cidade, novamente eu não estava conseguindo conciliar o horário do meu emprego com o horário do curso técnico, onde inúmeras vezes eu precisava sair mais cedo da aula para conseguir chegar a tempo, e obviamente que isso me incomodava, ainda mais na época de TCC que eu não conseguia ensaiar direito junto aos demais colegas. A solução que encontrei foi trabalhar como autônomo, onde eu pudesse além de ter minha renda e pagar minhas contas, conciliar com os horários de ensaios e demais atividades relacionadas ao teatro, sem depender de ter que pedir para faltar no trabalho, trocar folga ou coisa do tipo. Mais uma vez não tive dúvidas, faltando dois meses para acabar o curso técnico literalmente pedi as contas do meu emprego para poder me dedicar a conclusão do curso técnico de teatro. Claro que pra eu poder tomar essa decisão antes eu havia me planejado financeiramente, isso desde a época que eu ainda morava em Santos. Algumas semanas depois, ao final de 2018, após um processo bem desgastante, nosso TCC do curso Técnico em Teatro era apresentado, e com isso, a realização, a partir dali, não mais estudantes, e sim, atores. No ano seguinte, em 2019, procurei continuar minha formação através de cursos livres de teatro oferecidos por Cias. independentes de teatro aqui de São Paulo e cheguei inclusive a fazer algumas apresentações, algumas como resultado do processo desses cursos livres, e outra em especial, foi a peça para o público infanto-juvenil “Os Enigmas de Candira”, foi a primeira peça que me levou para um teatro além da sala de aula, já formado no curso técnico e com o DRT em mãos.

Até que veio a pandemia do coronavírus… E um novo impasse!

Profissionalmente falando, 2020 seria um ano muito importante pra mim, eu estava ensaiando uma peça, tinha previsão de novas parcerias e iria até viajar a fim de marcar presença em alguns festivais de cinema, mal passava pela minha cabeça o que viria pela frente, e que novos dilemas nos seriam colocados, só que dessa vez, algo jamais vivido, algo literalmente microscópico nos causou um dano simplesmente gigantesco, além de ter todos os meus planos para o ano de 2020 serem adiados, eu vi literalmente tudo migrar para o digital, até mesmo ensaios e apresentações de peças de teatros, algo que até então era inimaginável. O setor cultural e qualquer área que trabalha com eventos, claramente foram os mais afetados, fomos os primeiros a parar e pelo menos até aqui, ainda não voltamos inteiramente, devido a isso muitos de nós, meros artistas comuns e sem renome, tivemos que nos reinventarmos e buscar trabalhar em outras áreas, no meu caso continuei a trabalhar como autônomo e me voltei ao estudo e a pesquisa, dessa vez em casa e de forma inteiramente individual. Durante a pandemia além de ler livros e artigos relacionados as áreas de teatro e cinema, busquei estudar comunicação (óbvio), mas especificamente sobre produção de conteúdo no meio digital, e desde então venho amadurecendo a ideia de construir minha presença nas redes (não tem jeito, o meu lado comunicador gritava dentro de mim outra vez, risos). Aquela velha ideia de ter uma site que falasse sobre arte dessa vez começava a se materializar, só que aí, ao estudar produção de conteúdo eu descobri uma outra possibilidade. Além de simplesmente construir minha presença nas redes para divulgar minhas atividades, aqui eu vi que poderia também usar a internet como fonte de renda e até mesmo viver disso, e novamente vi como todas as minhas experiências estavam conectadas, eu vi a possibilidade de trabalhar de casa e sem limitação geográfica, colocar em prática o conhecimento adquirido durante a graduação, explorar cada vez mais a minha escrita e com isso também o meu lado comunicador, e claro, por último mas não menos importante, continuar como autônomo conciliando com minhas atividades artísticas e continuar me desenvolvendo naquilo que eu mais gosto de fazer. Fazer algo que me proporcionasse liberdade de administrar meu próprio tempo, fazer meus próprios horários, e que eu pudesse trabalhar em qualquer lugar, foi aí que eu descobri que o nomadismo digital era exatamente o que eu precisava.

O que eu trago até aqui.

Como você pôde ler, em diversos momentos da minha vida a minha resiliência foi colocada a prova, e apesar de inúmeros impasses vividos, foram várias circunstancias que me fizeram chegar até aqui, e que me possibilitaram superar minhas adversidades. Dentre elas eu destaco algumas, como:

  • Não ter medo do desconhecido;
  • Saber lidar com as adversidades e principalmente absorver o que elas podem te ensinar;
  • Conectar suas experiências uma na outra identificando como elas podem te auxiliar em seu propósito.

Poderia ficar aqui citando várias outras, talvez um dia caso eu resolva escrever minha autobiografia eu cite todas e conte isso com mais detalhes (risos). Mas o que quero dizer com tudo isso, é que primeiro, absolutamente nada se compara a satisfação de ter um sonho realizado quando você rompe suas barreiras e supera as estatísticas, essa é uma emoção única, segundo, faço questão de deixar claro que não tenho nada de extraordinário e sou uma pessoa comum assim como você. Meu objetivo com esse blog dialoga com tudo isso, aqui não é apenas o meu portfólio de trabalho como ator, para isso eu uso meu site principal. Aqui eu uso para compartilhar um pouco das minhas experiências, manifestar o que penso sobre determinados assuntos, explorar cada vez mais a minha escrita, além de dividir um pouco do conhecimento que adquiri até aqui, e claro, poder ajudar quem busca trilhar e seguir os mesmos passos, para isso eu disponibilizo alguns materiais para download e indico alguns cursos que já fiz na área artística, de comunicação e produção de conteúdo que muito me ajudaram (e me ajudam) em todas esses segmentos. Por fim, quero deixar claro, de novo, que assim como você, acredite, sou uma pessoa normal, não tenho nada de extraordinário, e como você acabou de ler, precisei passar por diversos desafios para chegar até aqui, e claro, essa é a minha história, é aquilo que eu vivi, que serviu pra mim, não necessariamente servirá para você, talvez sirva, talvez não, afinal, cada um traz consigo a sua história, os seus dilemas, e isso é muito individual de cada um. Porém, de uma coisa eu tenho certeza, nada irá mudar se você não se mover, se você ficar parado, é preciso ter coragem para dar passos importantes em nossas vidas, seguramente essa é a maior lição que eu tenho pra ensinar a alguém, afinal, aquele que não se move nunca sai do lugar, e digo mais, muito provavelmente em algum momento da vida você irá fazer tudo certo e mesmo assim o resultado esperado não vai vir, e tudo bem, é assim mesmo, a vida não é uma matemática onde dois mais dois sempre serão quatro, a vida é sobre cair e se levantar. Basta você ter a coragem de dar o primeiro passo, começar e seguir em frente… “Até dar certo”!

Dito tudo isso, acho que agora você entende quando digo, “prazer, me chamo Vagner, e (também) sou ator!”

Eu tô sempre por aqui, um forte abraço e sinta-se sempre a vontade.

Solicitar Exportação de Dados

Utilize este formulário para solicitar uma cópia dos seus dados que são coletados neste site.

Solicitar Remoção de Dados

Utilize este formulário para solicitar a remoção dos seus dados que são coletados neste site.

Solicitar Retificação de Dados

Utilize este formulário para solicitar a retificação dos seus dados que são coletados neste site. Aqui você pode corrigir ou atualizar seus dados, por exemplo.

Solicitar Cancelamento de Inscrição

Utilize este formulário para solicitar o cancelamento de inscrição do seu e-mail em nossas Listas de E-mail.